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quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Assassino de João Hélio ganha liberdade para viver no exterior junto com a sua familia

Fico me perguntando que país é esse?
Muitos de nós seres humanos, que por questão de segurança queremos ir embora desse país,  não somos assassinos, pagamos impostos, e trabalhamos honestamente não temos a menor condição de ir embora daqui, não aparece nenhuma ONG disposta a nos ajudar.....
Sinceramente é uma inversão de valores, se você matar uma criança ai sim você tem apoio para sair do país!
É brincadeira, sinto nojo, raiva, e decepção dessa ONG que esta proporcionando essa barbaridade!
Como pode um assassino frio desse ganhar vida nova no exterior após roubar o veiculo onde o menino ficou preso pelo cinto de segurança e foi arrastado pelas ruas de Madureira, Campinho e Cascadura.


Várias pessoas que passavam tentavam avisar aos bandidos. Um deles teria ironizado dizendo que não era uma criança, mas sim um “boneco de Judas”.
Eu só torço para que nenhum país aceite um assassino dessa espécie, o que ele fez não tem perdão!


Ao completar maioridade e cumprir medida socioeducativa, jovem ganha liberdade e vai viver no exterior, com garantia de casa e identidade novas para recomeçar a vida




Rio - Três anos depois de participar do assalto que resultou na morte brutal do menino João Hélio Fernandes, de 6 anos — arrastado por sete quilômetros em ruas de bairros da Zona Norte —, Ezequiel Toledo de Lima, que na época era menor de idade e hoje tem 18 anos, ganhou a liberdade. Após cumprir a pena socioeducativa, o rapaz voltou para as ruas dia 10.


Mas, temendo represálias e ameaças sofridas, inclusive no do Instituto João Luiz Alves, na Ilha do Governador, onde estava, ele foi morar no exterior com a família. A mãe do rapaz também teria sido ameaçada.




Ezequiel conseguiu, por meio da organização não-governamental Projeto Legal, embarcar para um dos países mais desenvolvidos do mundo com garantia de casa e identidade novas para recomeçar sua vida.


“Nem quero ficar falando sobre este assunto, porque é algo que só nos traz lembranças dolorosas”, afirmou o pai de João Hélio, Élson Vieites.




Após ser preso, Ezequiel confessou participação no crime. Ele teria sido justamente o integrante do bando que fechou a porta com o cinto de segurança pendurado para o lado de fora, onde João Hélio ficou preso e foi arrastado pelo carro.



Na audiência do dia 10, na Vara da Infância e da Juventude, o juiz determinou que ele ingressasse no Programa de Proteção à Criança e ao Adolescente, destinado aos que estão ameaçados de morte.



A Justiça também determinou que os pais do rapaz entrassem no programa por meio do Conselho de Defesa de Direitos da Criança e do Adolescente, presidido pelo advogado Carlos Nicodemos, diretor da ONG Projeto Legal. Procurado, Nicodemos não foi encontrado.

Fonte: O dia Online - Rio

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