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sexta-feira, 30 de julho de 2010

O caso Bruno e você: nada a ver, tudo a ver


Marcelo Carneiro da Cunha de São Paulo

Estimados leitores, cá estamos, mais uma semana, julho se esvaindo em um 2010 que acelera tanto que eu torço que um diretor da Ferrari apareça para mandar ele andar mais devagar e me dar passagem, antes que seja tarde demais.
Vivemos os últimos tempos mergulhados no caso Bruno, não é mesmo?
Eu passo parte do meu tempo evitando, parte me rendendo e me deixando pensar no que afinal eu tenho a ver com esse negócio. Por que me bombardeiam diariamente com mais e mais detalhes escabrosos do que parece ser um poço sem fundo de ruindade e falta de noção do que seja minimamente normal e humano?
Na maior parte do tempo o que eu sinto é cansaço e tristeza. Me cansa a busca incessante de parte da imprensa por mais e mais detalhes que possam fazer a coisa ainda pior. Me cansa a incapacidade da nossa polícia de manter um processo correto e a dignidade de todos preservada, até a eventual prova, um julgamento justo e uma normalidade mantida que nos dê a sensação de vivermos em uma sociedade equilibrada, mesmo que alguns dos seus integrantes não o sejam. Me cansa ter que olhar para o que parece tão maluco e anormal como, bom, tudo nesse caso.
Porque não somos assim. Somos pessoas que pagam suas dívidas e levam as crianças no colégio. Mantemos nossos conflitos no nível do aceitável, mesmo quando o vizinho insiste em mostrar pro mundo que axé é música, na opinião dele. Pensamos horrores de coisas, sonhamos com elas, mas não fazemos, e nunca sequer imaginamos fazer, e isso é o que nos torna humanos normais. Não é o sermos especialmente bons, porque não somos. Mas é não fazermos o mal extraordinário, o que nunca, salvo exceções, fazemos.
Assim, eu quero acreditar que o caso Bruno serve para afirmar a nossa diferença em relação ao que nos contam que alguns humanos fizeram com uma garota. Não somos assim, não somos capazes disso, mesmo que parte da nossa natureza, moldada pela evolução, seja violenta e cruel. Imaginar coisas de todo o jeito, inclusive as piores, e jamais colocar em prática, é humano. Ir lá e fazer o que eles talvez tenham feito, é coisa de psicopata, que não sofre com a crueldade que realiza, porque, na verdade, não se identifica com o humano do outro lado, mas apenas com o seu prazer, qualquer que seja.
Isso é também humano, mas é uma forma extrema e dura da humanidade, não o seu centro, onde tentamos nos manter.
Por outro lado, e já que o assunto é a tal da natureza humana, leio hoje que o Dr Christopher Ryan, especialista em sexualidade humana, vem nos dizer nas páginas da CNN que se existe outra coisa nada normal para humanos é a tal da monogamia, tão cantada em prosa e verso e tão ameaçada na sua prática pela nossa tendência a fazer o contrário do que nos dizem ser o bom e o correto.
Segundo o Dr. Ryan, em seu "Sex at Dawn: the prehistoric origins of modern sexuality", apenas nos últimos 10 mil anos, com o advento da agricultura, a gente começou a ter casa, ficar em casa, e, portanto, ter uma mulher mandando na gente. (E olhem que maravilha a frase que li de um sujeito, descrevendo o sucesso do seu casamento: "na concordância, mando eu, na discordância, manda ela".)
A agricultura parece ter representado muito mais do que alimento mais ou menos confiável em nossas mesas. Ela parece ter promovido mudanças intensas em nossa forma de viver o mundo (o historiador Will Durant ligava o mito cristão, morte e ressurreição e tal, juntamente com outros mitos dessa natureza, ao aparecimento da idéia de plantar e colher surgida com a agricultura, sabiam?).
Ela rompeu com 95% de toda a nossa história anterior, onde socializávamos tudo, sexo inclusive. Aparentemente, por um milhão de anos, não amávamos a nossa escolhida, mas sim a primeira que tivesse o azar de passar pela nossa frente justamente quando estivéssemos ali, na boa, lendo uma Playboy pré-histórica e pensando na vida. E aparentemente o inverso seria verdadeiro, com as moças da época não dando muita bola para qual o belo rapaz em frente a elas, talvez por nem conseguir ver direito quem era o rapaz diante delas, excesso de peles e pelos, falta de banho, sabe-se lá?
Talvez os nossos impulsos, tanto à violência quanto à poligamia, tanto à generosidade quanto à disputa por todo e qualquer grão, talvez o que precisamos aprender para podermos viver em bando e evoluirmos como indivíduos e sociedade, para começarmos com um arco e flecha e acabarmos com o Ipod, talvez todo esse aprendizado não tenha sido mais do que um verniz de faz de conta, e que por baixo dele continuamos os mesmos e selvagens que fomos por milhões de anos. Talvez os 10 mil anos de agricultura e civilização tenham servido só pra fazerem a fera aprender a fingir que é boazinha. Somos, afinal, com diz o Dr. Ryan, apenas macacos grandes, um dos quatro grupos, juntamente com os gorilas, bonobos e chimpanzés.
Talvez seja em respeito a esse passado tão presente que olhamos para a selva do caso Bruno com tamanho e mórbido interesse. Talvez ele nos lembre do que nunca deixamos de ser, mesmo que tenhamos, a maioria de nós, aprendido a deixar de lado essas vontades mais básicas e nos tornarmos seres que apreciam o bom e o belo e tomam banho diariamente. Mas com a consciência de sermos muito parecidos com os gatinhos domésticos, tão pacíficos, tranquilos e belamente calmos, até aparecer um pássaro desatento e ao alcance do bote, quando se manifesta então a verdadeira natureza, deles e nossa.

Marcelo Carneiro da Cunha é escritor e jornalista. Escreveu o argumento do curta-metragem "O Branco", premiado em Berlim e outros importantes festivais. Entre outros, publicou o livro de contos "Simples" e o romance "O Nosso Juiz", pela editora Record. Acaba de escrever o romance "Depois do Sexo", que foi publicado em junho pela Record. Dois longas-metragens estão sendo produzidos a partir de seus romances "Insônia" e "Antes que o Mundo Acabe", publicados pela editora Projeto.
Fonte: Terra
Concordo plenamente e até postei

quarta-feira, 28 de julho de 2010

31 de Julho Dia do Orgasmo!

Gente.....acabei de descobrir que sábado próximo comemora-se o Dia do Orgasmo!
Sinceramente eu não sabia.
Bem... meninas aproveitem, curtam, relaxem e......

Vamos fazer mais colar...

Nas minhas andanças pela net achei esse colar, uma graça e fácil de fazer

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Foto Porco espinho

Não é coisinha mais linda desse mundo?

terça-feira, 20 de julho de 2010

5 Ideias pra você fazer o seu cesto de roupas

Este foi o cesto que eu fiz

Este cesto abaixo eu fiz, só precisei comprar o bastidor, o tecido, um algodão cru eu  tinha um em casa.

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Eleições 2010, pense bem em quem você vai votar....

BRASIL, UM PAÍS DE TOLOS......

KIT DO BRASILEIRO
*Vai transar?*
O governo dá camisinha.
*Já transou?*
O governo dá a pílula do dia seguinte.
*Teve filho?*
O governo dá o Bolsa Família..
*Tá desempregado?*
O governo dá Bolsa Desemprego.
*Vai prestar vestibular?*
O governo dá o Bolsa Cota.
*Não tem terra?*
O governo dá o Bolsa Invasão e ainda te aposenta.

*RESOLVEU VIRAR BANDIDO E FOI PRESO?*
a partir de 1º/1/2010 O GOVERNO DÁ O AUXÍLIO RECLUSÃO!!!

*Esse é novo* : Todo presidiário com filhos tem direito a uma bolsa que, é de R$798,30 "por filho" para sustentar a família, já que o coitadinho não pode trabalhar para sustentar os filhos por estar preso.

Não acredita?
Confira no site da Previdência Social.

Portaria nº 48, de 12/2/2009, do INSS
( http://www.previdenciasocial.gov.br/conteudoDinamico.php?id=22 )

*Mas experimenta estudar, trabalhar e andar na linha pra ver o que é que te acontece!*

"Trabalhe duro, pois milhões de pessoas que vivem do Fome-Zero e do Bolsa-Família, sem trabalhar, dependem de você"

quinta-feira, 15 de julho de 2010

"As pessoas não vão querer pisar em você, a menos que você se deite".

Homens....



Ouça o que Oprah Winfrey tem a dizer sobre os homens:


"-Se um homem quer você, nada pode mantê-lo longe.


-Se ele não te quer, nada pode fazê-lo ficar.


-Pare de dar desculpas (de arranjar justificativas) para um homem e seu comportamento.


-Permita que sua intuição (ou espírito) te proteja das mágoas.


- Pare de tentar se modificar para uma relação que não tem que acontecer.


-Mais devagar é melhor. Nunca dedique sua vida a um homem antes que você encontre o que realmente te faz feliz.


-Se uma relação terminar porque o homem não te tratou como você merecia, "foda-se, mande pro inferno, esquece!", vocês não podem "ser amigos". Um amigo não destrataria outro amigo!


-Não conserte.


-Se você sente que ele está te enrolando, provavelmente é porque ele está mesmo. Não continue (a relação) porque você acha que "ela vai melhorar"!


-Você vai se chatear daqui um ano por continuar a relação quando as coisas ainda não estiverem melhores.


-A única pessoa que você pode controlar em uma relação é você mesma.


-Evite homens que têm filhos, principalmente se for de um monte de mulheres diferentes. Ele não casou (ou ficou) com elas quando elas ficaram grávidas (tiveram bebês) então, porque ele te trataria diferente?


-Sempre tenha seu próprio círculo de amizade, separadamente do dele.


-Coloque limites no modo como um homem te trata. Se algo te irritar, faça um escândalo.


-Nunca deixe um homem saber de tudo. Mais tarde ele usará isso contra você.


-Você não pode mudar o comportamento de um homem. A mudança vem de dentro.


-Nunca o deixe sentir que ele é mais importante que você... mesmo se ele tiver um maior grau de escolaridade ou um emprego melhor.


-Não o torne um semi-deus.


-Ele é um homem, nada além ou aquém disso.


-Nunca deixe um homem definir quem você é.


-Nunca pegue o homem de alguém emprestado.


-Se ele traiu alguém com você, ele te trairá!


-Um homem vai te tratar do jeito que você permita que ele te trate.


-Todos os homens NÃO são cachorros.


-Você não deve ser a única a fazer tudo... compromisso é uma via de mão dupla.


-Você precisa de tempo para se cuidar entre as relações. Não há nada mai precioso quanto viajar. Veja as suas questões antes de um novo relacionamento.


-Você nunca deve olhar para alguém sentindo que a pessoa irá te completar... uma relação consiste de dois indivíduos completos... procure alguém que irá te complementar... não suplementar.


-Namorar é bacana, mesmo se ele não for o esperado Sr. Correto.


-Faça-o sentir falta de você algumas vezes... quando um homem sempre sabe que você está lá, e que você está sempre disponível para ele - ele se acha... e não te dá valor!


-Nunca se mude para a casa da mãe dele. Nunca seja cúmplice (co-assine) de um homem.


-Não se comprometa completamente com um homem que não te dá tudo o que você precisa. Mantenha-o em seu radar, mas conheça outros...


-Compartilhe isso com outras mulheres e homens (de modo que eles saibam). Você fará alguém sorrir, outros repensarem sobre as escolhas, e outras mulheres se prepararem.


-Dizem que se gasta um minuto para encontrar alguém especial, uma hora para apreciar esse alguém, um dia para amá-lo e uma vida inteira para esquecê-lo. O medo de ficar sozinha faz com que várias mulheres permaneçam em relações que são abusivas e lesivas!


-Você deve saber que você é a melhor coisa que pode acontecer para alguém e se um homem te destrata, é ele que vai perder uma coisa boa.


-Se ele ficou atraído por você à primeira vista, saiba que ele não foi o único.


-Todos eles estão te olhando, então você tem várias opções. Faça a escolha certa!


"Ladies cuidem bem de seus corações... "